segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Clayton Pascarelli

Âncora demitido por falar mal de governo na Globo é contratado pela Record


O apresentador do “Bom Dia Amazônia”, Clayton Pascarelli, da Rede Amazônica, afiliada da Globo, foi demitido do jornalistico logo após fazer críticas ao governo de José Mello, atual governador do Amazonas.
“Desse governo nada mais me assusta”, disparou o apresentador na edição, como já informado. Após sua saída, a afiliada da Record na região, a TV A Crítica, sondou o profissional e iniciou as negociações. Nessa segunda-feira, 30 de janeiro, o canal anunciou a contratação do jornalista, que irá reforçar a equipe do jornalístico.
Ele comandará um programa vespertino que será lançado ainda no primeiro semestre, segundo informações da própria TV A Crítica. “É muita coisa nova. O Dissica Calderaro [presidente da TV A Crítica e vice-presidente da RCC] falou muito bem das perspectivas de novidades, de mudanças, de crescimento e de fazer acontecer, seja qual for o produto. O que gosto é do desafio. Sempre fui posto em diversas atividades diferentes, desde o início, porque gosto disso. Quem foi meu chefe sabe que sou assim. Conheço praticamente todo mundo da RCC, respeito muita gente daqui e tenho vários amigos na casa, mas, realmente, é a primeira vez que eu mudo. Fui criado de um jeito e agora estou começando a me moldar para acompanhar a política da empresa”, declarou Clayton.
Apesar de não poder revelar muitas coisas, porque faz parte da novidade que está sendo trabalhada para os telespectadores, o jornalista disse que a nova atração seguirá o seu modelo profissional. “É voltado ao jornalismo e ao que acontece no cotidiano das pessoas. Vou manter o meu perfil. Sou uma pessoa que gosta de passar a verdade, de brigar pelo direito das pessoas, que procura justiça e ser justo. Os telespectadores vão me ver como sempre fui, tanto que a TV A Crítica me procurou justamente pelo perfil que queria encaixar no programa. Vamos fazer o programa de acordo com o perfil que eles entendem como ideal”, garante Pascarell.
O jornalista foi desligado da Rede Amazônica no mesmo dia que criticou o político. Um diretor da emissora entrou na redação da emissora gritando que seu telefone não parava de tocar por causa da fala do jornalista, segundo o colunista Daniel Castro. Na internet, ele postou um texto, muito elegante, em que não faz nenhuma acusação contra a Rede Amazônica. Pelo contrário, agradece aos patrões “pela isenção, credibilidade e liberdade”.

 

 

sábado, 21 de janeiro de 2017

Jorge Fernando

Jorge Fernando de Medeiros Rebello (Rio de Janeiro, 29 de março de 1955) é um ator e diretor de televisão brasileiro. É filho da também atriz Hilda Rebello.
Quando jovem, começou aulas de teatro no Colégio Estadual Visconde de Cairu, no subúrbio carioca do Méier, onde teve seus primeiros contatos com a arte.
Iniciou sua carreira profissional na TV como ator na série de televisão Ciranda, cirandinha de 1978 no papel de Reinaldo (Rei) e no teatro com o espetáculo Zoológico, dirigido e atuado por ele mesmo e produzido por sua mãe.
Atualmente é diretor de núcleo da Rede Globo (emissora de televisão). Destacou-se com as impactantes e inovadoras novelas das sete dos anos 80 escritas por Sílvio de Abreu e Cassiano Gabus Mendes, reformuladoras da própria forma telenovela.

Como diretor

AnoPrograma
1981/1982Jogo da Vida
1982Sétimo Sentido
1982/1983Sol de Verão
1983/1984Guerra dos Sexos
1984/1985Vereda Tropical
1986Cambalacho
1987Brega & Chique
1989Que Rei Sou Eu?
1990Rainha da Sucata
1991/1992Vamp
1992/1993Deus Nos Acuda
1995A Próxima Vítima
1996Vira Lata
1997/1998Zazá
1998Era Uma Vez...
1999/2000Vila Madalena
2000/2001Sai de Baixo
2000/2003Gente Inocente
2001/2002As Filhas da Mãe
2003/2004Chocolate com Pimenta
2005/2006Alma Gêmea
TV Xuxa (Especial Xuxa 20 Anos)
2007/2008Sete Pecados
2008Nada Fofa
2009/2010Caras & Bocas
2010/2011Ti Ti Ti
2011Macho Man (3 episódios)
2012Dercy de Verdade
2012/2013Guerra dos Sexos
2013/2014Divertics
2014/2015Alto Astral 
2015Amor Para Eternidade
2016Êta Mundo Bom!

Como ator

AnoPrograma/NovelaPapel
1978Ciranda, CirandinhaReinaldo
1979Pai HeróiCirilo
1980Água VivaJáder
1983Guerra dos SexosGuarda do zoológico/segurança da bienal/porteiro do heliporto[2]
1985Roque SanteiroLúcio Armando
1986CambalachoPirulito
1988Bebê a BordoZetó
1989Que Rei Sou Eu?Guarda do palácio 
1990Rainha da SucataRabello
1991VampVicentinho
1992Deus Nos AcudaBrasil
1997ZazáGastão
1998Era Uma Vez...Frei João
1999Sai de BaixoGiogione
2000Você DecidePaulo
2004Chocolate com PimentaCrispim
2008Nada FofaKélio
2009Caras & BocasProfessor Gilberto
MalhaçãoPaulo Mattos
2011Macho ManNelson (Zuzu)
2013Guerra dos Sexosele mesmo
2015Alto Astralele mesmo
2016Haja Coraçãoele mesmo

No cinema

AnoFilmePersonagem
2008A Guerra dos RochaCassiano/Cassandra
2006Xuxa GêmeasPalhaço Mór
Se Eu Fosse VocêEdgar T. Braga (O Ufologista)
1993Alma CorsáriaMagalhães

Outros[editar | editar código-fonte]

Além de trabalhar no teatro e na televisão, também dirigiu os shows: Destino de Aventureiro (com Ney Matogrosso); Desejos, da cantora Simone; Sempre Mais; Sidney Magal;Guilherme Arantes; Elba Ramalho; Popular Brasileiro; Leão do Norte; Chitãozinho e Xororó; Leandro e Leonardo; Edson Cordeiro; Zezé di Camargo e Luciano; e Não Perca o Tom (com Tom Cavalcante).
Em 2004 teve sua estréia como diretor de cinema, com o filme Sexo, Amor e Traição.
Foto dos anos 70-novela Pai Herói(tv Globo)

Record TV adia estreia de novela e estende A Terra Prometida Saiba as duas razões para o adiamento de O Rico e Lázaro.

Foto: Record TV/Divulgação
A Record TV alterou o cronograma de sua faixa dedicada às tramas baseadas na Bíblia. O Rico e Lázaro, que tinha estreia prevista para fevereiro, vai entrar no ar em 14 de março, segundo informa Patrícia Kogut. Em razão do adiamento, a emissora vai estender A Terra Prometida na edição.
Além de não querer lançar seu novo investimento próximo do carnaval, período considerado complicado por causa das baixas audiências, a emissora teve que lidar com um problema na produção: a equipe precisou de mais tempo para construir as cidades cenográficas.

Com Cauã Reymond “ao extremo”, “Dois Irmãos” abriu o ano da Globo com o pé direito

(Foto: Reprodução/TV Globo)A Globo exibiu nesta sexta-feira (20), o último capítulo de “Dois Irmãos”, minissérie baseada na obra homônima de Milton Hatoum. A atração, adaptada por Maria Camargo, esteve um bom tempo na geladeira da emissora. A demora para ir ao ar foi em virtude da escalação do diretor Luiz Fernando Carvalho para “Velho Chico”, impossibilitando-o do trabalho de finalização da trama.
A fotografia contemplativa que sempre acompanha o conceito de produção de Luiz Fernando pode ser avaliada aos dois extremos, sem meio termo: ou você ama ou você detesta. Em “Velho Chico”, por exemplo, ela foi apontada por muitos como “imprópria” para uma novela do horário, e um dos motivos para a baixa audiência do folhetim. Um amigo cineasta, que trabalha no exterior, quando esteve de passagem pelo Brasil, endossou o grupo dos que detestaram. “Quem teve a brilhante ideia de colocar um filtro de Instagram como fotografia de uma novela?”, questionou, irônico. A paleta de cores de tons amarelados, oriunda de “Velho Chico” e também presente em “Dois Irmãos”, pode de fato ainda não ser o ideal. Mas no geral, a proposta do diretor nesse sentido, de valorizar os detalhes e buscar intensidade ou reflexão através de belos takes, merece ser enaltecida.

Por trás das câmeras, Luiz Fernando, aliás, foi seguramente um dos destaques de “Dois Irmãos”. É notável seu trabalho, junto com a equipe, no que diz respeito à direção de atores. Apesar de ser visto como uma figura bastante exigente nos bastidores, o diretor faz jus a isso. Assim como ocorreu em “Velho Chico”, Luiz Fernando conseguiu extrair o máximo de atores já consagrados e também apostar em boas revelações. Foi o caso de Matheus Abreu. Com apenas 19 anos, o ator fez sua estreia na TV e mostrou bastante desenvoltura, sendo responsável por interpretar, na fase jovem, e na medida certa, os gêmeos Omar e Yaqub, que possuem personalidades totalmente distintas. Conduziu muito bem a trama nos capítulos iniciais.Os atores consagrados surpreenderam. Juliana Paes fez em “Dois Irmãos” talvez o seu melhor trabalho na televisão, interpretando a personagem Zana, uma mãe que tem relacionamentos distintos com os filhos gêmeos: Omar é amado e mimado ao extremo, enquanto que Yaqub aparece sempre distante. Eliane Giardini deu sequência ao papel com perfeição, incorporando todos os traços apresentados por Juliana na fase anterior. Irandhir Ribeiro foi outro que teve uma leitura precisa de Nael, seu personagem, que foi interpretado por Ryan Soares na fase anterior – um garoto tímido, que observa mais do que fala e se expressa muito através dos olhos. Irandhir também foi o responsável por narrar à trama, e obteve grande êxito. Trata-se, sem dúvida, de um dos melhores atores do casting atual da Globo e da nova geração.imagem2
Havia certa expectativa em torno da estreia de Bárbara Evans como atriz. E foi bastante frustrante. Na telinha, a modelo, interpretando a personagem Lívia, apareceu como uma espécie de “figurante de luxo”. Depois de uma sequência quente com Cauã Reymond, a filha de Monique Evans teve pouco espaço na trama e raros diálogos, deixando a impressão de que a produção estava realmente interessada em seus atributos físicos e não tentando desvendar seu talento como atriz. Fica para a próxima.
O grande destaque de “Dois Irmãos” foi Cauã Reymond. O ator, apesar de ser um dos mais requisitados para produções na Globo, sempre apresentou um pouco de deficiência em suas interpretações; limitado e inexpressivo. A minissérie, no entanto, mostrou outra “face” de Cauã. O ator literalmente se jogou de cabeça na trama. Apesar de ainda ter apresentado traços de limitação quando surgia como o gêmeo Yaqub (“o introvertido”), Cauã ia ao extremo sempre que aparecia como Omar (“o problemático). A cada cena, parecia querer provar aonde pode chegar. A trama trouxe um Cauã “ao extremo”, em cenas fortes de conflitos. O caso do ator pode ser comparado, inclusive, com o de Grazi Massafera, que sempre contou com papéis de “mocinhas bobocas” – como chegou a definir uma vez o autor Aguinaldo Silva — , mas quando teve a chance de viver um personagem mais intenso, não decepcionou. É mais uma prova de que papéis do gênero valorizam muito e redescobrem atores.
Talvez o único problema de “Dois Irmãos” tenha sido a “falta de fôlego”. Se os quatro primeiro episódios foram dos mais interessantes, os posteriores, com a algumas exceções, foram um tanto maçantes. Curiosamente, a queda de rendimento apareceu justamente após a saída de Matheus e a entrada de Cauã na trama. Mas definitivamente, não houve problemas no quesito interpretação, tratando-se apenas de uma deficiência de roteiro.
Apesar do problema de ritmo, “Dois Irmãos” chegou ao fim com um saldo positivo. A minissérie acabou oferecendo muitos recursos para a Globo, inclusive o ator Matheus Abreu, que já foi escalado para ser um dos protagonistas da nova temporada de “Malhação”.
 

 
 
   
por Renan Santos
 
 

 

Tv Memória

Roda de Fogo foi uma telenovela brasileira baseada em Rei Lear que foi produzida e exibida pela extinta Rede Tupi, de 1 de maio a 28 de outubro de 1978, substituindo O Profeta e sendo substituída por Aritana, às 20 horas.
Foi escrita por Sérgio Jockymann e substituído depois por Walter Negrão, com direção de Atílio Riccó e Henrique Martins.

Sinopse

Lear é um grande e ambicioso jornalista, dono de um grande império jornalístico. Porém, por motivos de doença, ele se afasta dos negócios e começa a dividir a sua empresa entre as suas três filhas: Giovana, Jane e Délia. Das três, a que mais tem o perfil para ser dona da empresa é Délia, por ser uma jornalista. Mas suas idéias revolucionárias e avançadas sempre entram em conflito com as idéias conservadoras do seu pai.
Além das filhas, outras pessoas também almejam uma parte dessa herança, como Dr Gaspar e seus dois filhos Eduardo e Edmundo, além daqueles que trabalham no jornal. Uma roda de fogo se forma em busca do dinheiro e do poder.




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